quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

a página da Bravo! com a recomendação do livro

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

à venda na Livraria Cultura

O livro está à venda pelo site: http://migre.me/ivC0

Na mesma página, dá pra ouvir a entrevista que dei para o blog da Revista da Cultura, em conversa com Sergio Miguez.

Bravo! recomenda

Autor: O paranaense Bruno Zeni nasceu em Curitiba, em 1975. Publicou também O Fluxo Silencioso das Máquinas e Sobrevivente André du Rap (em co-autoria com José André de Araújo).
Tema: Em São Paulo, as histórias paralelas de dois personagens-narradores que se entrecruzam. O primeiro é um morador de rua que vagueia pela cidade e reflete sobre seu drama. O segundo é um jornalista de 25 anos em crise profissional e psicológica.
Por que ler: Pela maneira como o autor estabelece a relação de seus protagonistas com uma metrópole. Guardadas as diferenças sociais entre eles, cada um lida com sua impotência diante de São Paulo.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

à venda na livraria do Espaço Unibanco




As fotos foram feitas por um telefone celular. Estão com resolução baixa, mas são bem simpáticas. Meu livro exposto na livraria do Espaço Unibando da Augusta. Fui lá conferir, antes de pegar um filme, o espetacular "Ervas Daninhas", do Resnais. As fotos são da Débora Aoni.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

resenha Guia da Folha (Livros, Discos, Filmes) 30/10

por Reynaldo Damázio


A cidade é descrita pelo narrador deste pri­meiro romance do escritor e jornalista Bru­no Zeni como "bela e podre". Essa contradi­ção percorre todo o livro e se reflete na pró­pria dicotomia de focos narrativos, entre o jo­vem Roma -que tem a mesma profissão do autor- e o mora­dor de rua Amaro. Lados da mesma moeda, irmanados para além do anagrama dos nomes, ambos carregam sua amar­gura por ruas que se tornaram avessas ao convívio humano, numa metrópole marcada pelo acúmulo desordenado de veí­culos e pela especulação imobiliária predatória.

Encontrar alguma beleza na cidade degradada pode parecer uma opção idealista, resvalando às vezes para uma leitura ro­mântica da periferia, como na figura do personagem Kleber, mas que logo se depara com a realidade brutal de solidão e de aban­dono, da falta de perspectivas e da monotonia do cotidiano.

Roma se sente como um estrangeiro no labirinto de aveni­das que tenta decifrar, mas acaba devorado por um trauma pessoal que o coloca à beira do abismo. O peso do concreto petrifica, aos poucos, qualquer esperança de redenção. Resta o delírio de um gesto coletivo extremo, anárquico, que mergu­lharia a cidade no pesadelo de suas próprias contradições.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Nota sobre o lançamento no Estadão

O jornal O Estado de S. Paulo noticiou, no "Caderno 2", o lançamento do livro:


Matéria do Vírgula

O site Vírgula fez uma pequena matéria sobre o livro no dia do lançamento em São Paulo. Publicaram até um dos meus autorretratos com figuras urbanas.











Autorretrato com cerca elétrica e prédio em construção

O autor

Bruno Zeni
São Paulo, SP, Brazil
Jornalista, mestre em Teoria Literária e doutorando em Letras na USP. Trabalhou na Folha, na CULT e na Mente&Cérebro. É professor de jornalismo na Facamp e trabalha como free-lancer para editoras como Companhia das Letras, Publifolha, Scipione, Edições SM. Foi coordenador editorial da FLIP 2009.
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