sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

algo que não tem nome ainda

Anotações para uma nova obra, enquanto Corpo-a-corpo não fica pronto.
Depois de algumas leituras muito inspiradoras. Machado e Guilherme Wisnik.
Até nomes de personagem, ainda provisórios, mas algo animadores. Escolher as profissões.
Max e Normando são amigos de juventude e clube. Max é o principal, mas ambos, não apenas ele, ainda que sobretudo ele, orientam-se pela preocupação empenhada com a cidade e suas vidas privadas, em sintonia com a esfera coletiva. Personagens inteiros. Mas a vida leva e os arrasta para algo um tanto mais escuro que isso, ou talvez, algo mais escuro que já estivesse dentro do compromisso com a urbe.

4 comentários:

Cecilia disse...

Foi esquisito. Sou argentina e faz umas horas assiti um video na televissao sobre Mario de Andrade e olhei voce. Disculpe que eu escreva asim, como uma cavernícola, mas faz muito tempo desde a ultima vez que escrevi, que foi quando fiz o Celpe - Bras, no 2008, e depois nao falei mais. Eu estive lendo um pouco sobre seus libros e fiquei com vontade de ler algum deles, mas gostaria de saber com qual deberia começar.
Gostei muito de sua dissertação.
Disculpe os erros!

Cecilia disse...

Gostaria muito de falar com voce.
Deixo meu e-mail:

mcc_2222@hotmail.com

Me dei conta de que nao disse, mas, eu sou argentina.

Espero sua resposta.

Tchauzinho!

Bruno Zeni disse...

Oi, Cecilia.
Legal que você tenha encontrado o meu blog, a respeito do qual eu nem faço muita publicidade. O livro deve sair em breve.
Obrigado.

Deco Ribeiro disse...

"a urbe..." Gostei.

O autor

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São Paulo, SP, Brazil
Escritor, mestre em Teoria Literária e doutorando em Letras na USP. Livros: O Fluxo silencioso das máquinas (Ateliê Editorial, 2002), Sobrevivente André du Rap (Labortexto Editorial, 2002, em parceria com José André de Araújo) e Corpo a corpo com o concreto (Azougue Editorial, 2009).